Brincar? Para Quê?

Espaço Ciência / SECTMA
Colégio Apoio
Direção: Profa. Terezinha Cysneiros de Magalhães
Coordenação Pedagógica: Profa. Elisa Maria Araújo Moreira
Equipe de alunos da 6a. série B:
· Alice Raposo Miranda
· Gabriela Vasconcellos Cavalcante
· Maria da Conceição Cardoso
Orientação Científica: Patrícia Vasconcellos Pires Ferreira

 

1. Era uma vez ...:narrando a história

Era uma vez três adolescentes que estavam questionando o porquê das crianças de hoje não brincarem mais e viverem tão atarefadas, com tantas responsabilidades. Elas queriam saber como seus pais e avós brincavam e gostariam de descobrir uma maneira de ajudar as crianças de hoje, inclusive elas mesmas, a voltarem a brincar.
Precisavam de uma orientação para essa viagem mágica e nos oferecemos para ajudá-las.
Organizamos um material inicial que possibilitasse o surgimento das inquietações de cada uma delas. Começamos a viagem.

Fomos ao mundo da música, passeamos pela poesia, encantamo-nos com a magia do cinema, lemos textos sérios, viajamos no mundo do faz-de-conta, inventamos brinquedos, conhecemos outras realidades e, principalmente, brincamos.

Descobrimos que brincar é se divertir e nos divertimos bastante.

As meninas sonharam com um mundo onde toda criança tivesse a oportunidade de brincar, não importa onde vivam, pois descobriram que, ao longo do tempo, as brincadeiras se adaptam ao meio em que se vive.

Perceberam que através da brincadeira, as crianças entendem o mundo em que vivem, elaboram seus conflitos e desenvolvem-se.
Por isso, vamos nos unir a elas, como numa grande roda de ciranda, e arrecadar brinquedos para doá-los para crianças carentes. Vamos lutar, junto às autoridades locais, por mais parques seguros, por bibliotecas e brinquedotecas ambulantes; vamos dizer não ao trabalho infantil e dizer sim à criança na escola.

Esperamos que você também resgate sua criança interior e viaje conosco no mundo mágico do BRINCAR? PARA QUÊ?

 

2. Nosso caminho

Entendemos que a aprendizagem não ocorre numa única via de conhecimento e por isso, procuramos promover junto com as meninas, diversas formas de aproximação da informação, para que, paulatinamente, fossem fazendo suas descobertas e articulações.
Percebíamos que era fundamental que elas brincassem e através das vivências das brincadeiras fossem elaborando o verdadeiro saber sobre o brincar, com o intelecto, com o corpo, com a alma.

No primeiro encontro, procuramos conectar cada uma com seus próprios conceitos sobre o que era o brincar, quais os seus brinquedos preferidos, o que sabiam a respeito das brincadeiras de seus pais e avós e quais as razões das crianças de hoje brincarem pouco.

Começamos ouvindo o poema Casa de Brinquedos (Anexo 1) e registramos quais os brinquedos e brincadeiras favoritos de cada uma delas. Em seguida, lemos o texto “Por que é importante brincar?” (WEISS,1997).

Visitamos a exposição de Brinquedos Populares no Museu do Homem do Nordeste, onde Macao Góes apresentava brinquedos populares recolhidos por todo o Brasil.

Entrevistamos artesãos que faziam bonecas de pano e brinquedos de lata. Copiamos o texto que estava na exposição (Anexo 2), tiramos fotografias e compramos alguns brinquedos populares.

Aos poucos, fomos descobrindo a magia dos brinquedos populares. Lemos o livro O Baú de Brinquedos, de Edmílson Lima (1998) e visitamos o Mercado de São José no Bairro do Recife, onde compramos mais alguns brinquedos populares.

Ouvimos a música João e Maria de Chico Buarque e criamos o texto “Se meu brinquedo criasse vida ...” (modelo Anexo 3). Enquanto criávamos os textos, ouvíamos o cd Casa de Brinquedos de Toquinho. Lemos alguns tópicos do livro “A História dos Brinquedos” (VON, 2001) e fizemos a linha do tempo da invenção dos brinquedos.

Descobrimos, no dicionário, que brincar é se divertir e rimos muito com as invenções da Emília em “O livro comestível” de Monteiro Lobato, na sua Reforma da Natureza (1994). Pintamos, então, a nossa Emília (modelo Anexo 4). Ficamos encantadas com a inteligência da esperta boneca de pano e lemos o livro “A Boneca de Pano”, de Rubem Alves (1998).
Vendo o Manual de Brincadeiras da Mônica de Maurício de Souza (2001), resolvemos fazer alguns brinquedos.

Pintamos os sacos para a brincadeira de corrida de sacos e os elásticos para a brincadeira de pular elástico. Fizemos ainda um boliche com garrafas vazias de refrigerantes de 2l, recheadas de tiras de papel crepom colorido.

E brincamos com cada um dos brinquedos construídos, além das brincadeiras com saquinho, amarelinha, pular corda e banho de piscina.

Lemos o livro “A Loja de Brinquedos”, de Rubem Alves (1998), onde podemos sentir toda a magia de um espaço cheio de brinquedos e fantasia. Assistimos ao filme “Fábrica de Brinquedos”.

Começamos a discutir o roteiro das entrevistas (modelo Anexo 5) com pais, avós, tios e crianças, pois começamos a descobrir que, antigamente, as brincadeiras eram mais nas ruas, as crianças tinham mais tempo para brincar e a perceber que algumas brincadeiras mudaram com o tempo.

Entrevistamos avós, tios, amigos e vimos os olhos brilhando dos nossos entrevistados, um sorriso no rosto e um olhar de saudade, saudade dos bons tempos da infância.

Ao entrevistarmos as crianças de hoje, vimos que muitas só brincam de televisão e videogame. Lemos, então, o livro Liga-Desliga (FRANCO & PIRES, 1993).

Analisamos as entrevistas e organizamos os seus dados em um gráfico de barras, que mostrava quais as brincadeiras preferidas dos nossos avós, dos nossos pais e das crianças de hoje.

Para brincarmos um pouco, seguindo a orientação de Ziraldo quando diz que “ler é mais importante que estudar”, lemos o conto “O soldadinho de chumbo”, entrando na fantasia dos brinquedos criarem vida e terem sentimentos. Essa situação também pode ser vivida nas histórias de Pinóquio e do “O mágico de Oz” e nos filmes Toy Story e Pooh.

Pesquisamos as brincadeiras que existem nas diversas regiões do Brasil, lendo o encarte da Folha de São Paulo (16/04/2000). Descobrimos ainda uma brincadeira comum entre as crianças indígenas.

Lemos as poesias “Convite” e “Paraíso”, de José Paulo Paes, “Meus Oito Anos”, de Casimiro de Abreu, “Ai que saudades”, de Ruth Rocha, “A Boneca”, de Olavo Bilac (conjunto em Anexo 6). Brincamos com fantoche e inventamos algumas histórias bem criativas.

Entrevistamos um menino de rua que nos contou que gostava muito de jogar futebol e de brincar de saquinhos.

Assistindo a dois filmes da Turma da Mônica que mostravam quando uma criança da cidade ia para o campo e quando uma criança do campo ia para cidade, percebemos como o contexto em que uma pessoa vive interfere na sua forma de compreender o mundo.
A partir da leitura do livro A História dos Brinquedos (VON, 2001) aprendemos a classificação dos brinquedos e os direitos do consumidor.

Na riqueza do cd Brincadeiras de Roda, Histórias e Canções de Ninar, percebemos como é importante que todas as crianças brinquem. No jornal da Missão Criança, projeto coordenado por Cristovam Buarque, descobrimos que algumas crianças não podem brincar porque têm que trabalhar e resolvemos nos mobilizar contra o trabalho infantil.

Discutimos a importância de todas as crianças saberem de todos os seus direitos para que possam lutar por eles e ouvimos o cd Os Direitos da Criança e do Adolescente (Anexo 7). Pensamos em organizar um plano de intervenção junto a crianças carentes.

Finalizamos o material para apresentação do trabalho (Anexo 8) e avaliamos todo o nosso percurso. Tivemos o cuidado de na apresentação do BRINCAR? PARA QUÊ? criar um ambiente que permitisse às outras crianças que o visitassem brincar como nós brincamos nas vivências do projeto.

Terminamos o nosso trabalho com deliciosos momentos de brincadeiras no Parque da Jaqueira.

 

3. O que descobrimos

Descobrimos que brincar é se divertir e, por isso, o brincar pode acontecer em qualquer idade, desde que estejamos sendo criativos e nos divertindo. Assim, ler é brincar, jogar é brincar, estudar é brincar se for feito de uma forma criativa, bem como trabalhar.
Mas para a criança, o brincar é uma forma de interação com o mundo.

Descobrimos que as crianças brincavam desde o tempo das cavernas, pois há registro, nas suas paredes, da brincadeira de cinco pedras, hoje, saquinhos de areia ou de arroz. Os faraós eram enterrados com bolas de gude, que na época eram de pedras preciosas. Já na Idade Média, o xadrez foi inventado para retratar as guerras da época. A boneca existe há muito tempo e em todas culturas, como nas indígenas.

Os nossos pais e avós brincavam muito nas ruas de pega, de esconde-esconde, de academia, hoje chamada de amarelinha em algumas regiões do Brasil. Faziam os seus próprios brinquedos e inventavam as brincadeiras. Tinha bola de meia, boneca de pano, casinha de boneca toda feita de caixinhas de fósforo, carrinhos de lata.

As crianças de hoje não podem brincar nas ruas porque não há segurança nem parques públicos. Não moramos mais em espaçosas casas, mas em apartamentos pequenos. Por isso, as brincadeiras que não mexem muito o corpo, estão entre as mais comuns, como videogame e televisão.

Descobrimos que as brincadeiras preferidas pelas crianças nas diferentes regiões do Brasil são:

NORDESTE
Brincadeiras de meninos X brincadeiras de meninas
Trava-línguas
Bate-mãos
Pega-pega
Pula-sapo
Roda
Passarás

CENTRO-OESTE
Cabo-de-guerra
Taco
Laça-o-boi
31-no-pique
Esconde-esconde
Bate-mãos
Roda
Corre-cotia
Pula-corda
Pipa

SUL
Televisão
Videogame
Bola de gude
Batata-quente
Perna-de-pau
Verdade-ou-conseqüência
Corre-cotia
Chinelão

SUDESTE - SP
Brincadeiras inventadas (teatro)
Pega-pega
Esconde-esconde
Polícia-e-ladrão
Gato-mia
Bonecos Pokemón
Bonecos de pelúcia
Entendendo profissões

NORTE
Pata-cega
Banho de rio
Passa-anel
Bate-mãos
Caí-no-poço
Boca-de-forno
Passarás
Pula-elástico
Bambolê
Queimada
Bolinhas de gude
Amarelinha

Mas as brincadeiras não têm o mesmo nome em todas essas regiões e algumas também trocaram a forma de como eram conhecidas ao longo do tempo.

DICIONÁRIO DE SINÔNIMOS DAS BRINCADEIRAS

Amarelinha (academia, escada, macaca, sapata)
Barra-bandeira (rouba-bandeira, salva-bandeira, bandeirinha, caça-bandeira, vitória)
Barra-manteiga
Berlinda
Boca-de-forno ( mestre, seu-mestre-mandou)
Bola-na-parede (ordem, quietas)
Cabra-cega (cobra-cega, pata-cega, galinha-cega)
Caí-no-poço (beijo-abraço-aperto-de-mão, pó-rouge-batom)
Esconde-esconde (piques, pique-esconde, 31 alerta)
Garrafão
Gato-e-rato
Mamãe-posso-ir (mãe-de-rua)
Passa-anel (anelzinho, jogo-do-anel)
Passarás (bom-barqueiro)
Pedrinhas (almofadinha, bole-bole, bugalha, cinco-marias, saquinhos)
Pega-pega (barata,manja,pegar,pegador, pique-pega, pita, salva)
Peia-quente (chicotinho-queimado, cipozinho-queimado, esconde-vareta, quente-frio)
Queimada (baleado, bola-queimada, caçador, cemitério, matar-morreu, espião)
Taco (bentre-altas, béstia, betes, bets)

Nas nossas visitas ao Mercado São José, Museu do Homem do Nordeste e lojas de brinquedos, assim como nas entrevistas com artesãos, vimos que há muita diferença entre os brinquedos populares e os industrializados, pois os populares são feitos um a um. Os brinquedos industrializados são feitos para uma determinada idade, de plástico em sua maioria, predominam as cores primárias (vermelho, amarelo e azul). Alguns brinquedos industrializados brincam sozinhos; é só apertar um botão. Já o brinquedo popular precisa da imaginação da criança para ganhar vida.

Podemos observar a paixão dos artesãos pelos brinquedos populares nos trechos das entrevistas a seguir.

Nome: Etelvina
Idade: 69 anos
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Brinquei de boneca de sabugo de milho. Acho que as brincadeiras de antigamente eram melhores do que as de hoje porque as de agora são muito violentas. As de outros tempos não eram.

Nome: José Francisco
Idade: 34 anos
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Os brinquedos de antigamente são interessantes, são uma coisa que não devia morrer nunca. Tenho prazer em fazer esses brinquedos.A cultura morre e não podemos deixar ela morrer.

Nome: Neci
Idade: 50 anos
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Desde pequena faço brinquedos e brinquei com todos os tipos de brinquedos populares; por não ter brinquedos, comecei a fazer os meus.(...)A boneca de pano tem uma história muito bonita e fina que vocês não conhecem.

Quando entrevistamos o menino de rua vimos que, apesar do preconceito da violência e da marginalidade, as crianças da rua brincam como qualquer criança e inventam suas próprias brincadeiras, como podemos observar:

Nome: Jefferson
Idade: 17 anos
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Antes de eu ir para a rua brincava de carro, bola e boneco. Depois que fui para a rua brinquei de saco, pedra e pega-pega. Hoje, brinco só de bola.

 

4. Nossas conclusões

Descobrimos que é fundamental que as crianças brinquem, pois assim estão resolvendo seus conflitos, desenvolvendo sua criatividade e compreendendo o mundo em que vivem. Por isso é importante que tenham um espaço e um tempo com liberdade para brincar de faz-de-conta, para brincar com o corpo, para aprender brincando.

As crianças de hoje podem brincar mais, desligando a televisão, o computador e o videogame e indo brincar de pula-corda, elástico, pega-pega.

Mas isso depende muito do lugar em que ela vive, pois o mundo de hoje não contribui para que as crianças possam expor suas fantasias.

Os brinquedos populares têm uma magia que encanta e só quem brinca com eles sabe como é, pois são feitos um a um, com um carinho especial. Não é como os industrializados que são todos iguais, feitos por máquinas.

Os brinquedos industrializados também estimulam a criatividade das crianças, pois elas podem brincar de casinha com a Barbie e desenvolver o raciocínio com o videogame.

As crianças de hoje estão ficando adultas mais cedo, com muitas responsabilidades e estão sem tempo para brincar.

Antigamente, todas as crianças podiam brincar na rua, nos quintais das casas, subir em árvores.

Hoje em dia, as crianças ficam presas nos apartamentos, como pássaros em gaiolas.

Além da rua não oferecer segurança, há muito estímulo para brincadeiras dentro de casa, como televisão e videogame, e as crianças ficam sem saber como é bom brincar na rua, ao ar livre. As crianças precisam de mais parques e locais seguros para brincar.
Os adolescentes não brincam mais de faz-de-conta, mas brincam e vivem o lúdico praticando esportes. Por isso, precisam de mais quadras, piscinas, campos de futebol, para que possam desenvolver o corpo, aprender a respeitar as regras e a trabalhar em grupo, onde o importante não é apenas competir, mas, fundamentalmente, cooperar.

Já os adultos precisam resgatar os seus momentos de lazer e transformar o lúdico em uma prioridade na sua agenda já tão cheia de compromissos. Uma alternativa pode ser a prática de um esporte ou de um hobby preferido. Não importa o que seja, mas que seja algo conectado com o prazer de criar, sem o compromisso com o resultado final, no sentido de ser algo produtivo. Não é à toa que o índice de problemas cardíacos provocados por stress está aumentando cada dia mais. O governo poderia investir mais em áreas de lazer e atividades culturais, pois estaria desenvolvendo um sistema preventivo de saúde.

Vamos dar a todas as pessoas a oportunidade de brincar.

Se a criança não brincar na infância, não será um adulto saudável, feliz. Não saberá resolver seus conflitos pela representação das múltiplas possibilidades que só a brincadeira ensina a construir.

É importante que as escolas procurem introduzir atividades lúdicas em seu dia-a-dia. É importante que os pais ensinem a seus filhos as suas brincadeiras de infância e reservem um espaço livre apenas para o brincar. É importante que as crianças não fiquem estressadas com tantas responsabilidades e com uma agenda cheia de compromissos. É importante que as autoridades encarem a brincadeira como algo sério, como saúde mental.

Só assim, teremos crianças felizes e adultos saudáveis.


O pé da criança ainda não sabe que é pé,
e que ser borboleta ou maçã.

Mas depois os vidros e as pedras,
as ruas, as escadas,
e os caminhos de terra dura
vão ensinando ao pé que não pode voar.
que não pode ser fruta redonda num ramo.

Então o pé da criança
foi derrotado, caiu
na batalha,
foi prisioneiro,
condenado a viver num sapato.

Pouco a pouco sem luz
foi conhecendo o mundo à sua maneira,
sem conhecer o outro pé, encerrado,
explorando a vida como um cego.

PABLO NERUDA, “Ao pé de sua criança”, Estravagario

 

5. Bibliografia

BROTTO, Fábio O. (1997). Jogos Cooperativos: se o importante é competir, o fundamental é cooperar! – Santos, SP : Projeto Cooperação
IGNÁCIO, Renate K. (1995). Criança Querida:o dia-a-dia das creches e jardim-de-infância – São Paulo : Antroposófica : Associação Comunitária Monte Azul
LEBOVICI, S. & DIATKINE, R. (1985). Significado e função do brinquedo na criança – Porto Alegre : Artes Médicas
MOYLES, Janet R. (2002). Só brincar? O papel do brincar na educação infantil – Porto Alegre : Artmed
OLIVEIRA, Vera B. (org.) (2000). O brincar e a criança do nascimento aos seis anos – Petrópolis, RJ : Vozes
ROSA, Nereide S. Santa (2001). Brinquedos e Brincadeiras – São Paulo : Moderna
TELES, Maria Luiza S. (1997). Socorro! É Proibido brincar! – Petrópolis, RJ : Vozes
WADSWORTH, Barry J. (1993). Inteligência e afetividade na teoria de Piaget – São Paulo, Pioneira
WEISS, Luise (1997). Brinquedos & Engenhocas: atividades lúdicas com sucata – São Paulo : Scipione
WINNICOTT, David W. (1975). O brincar e a realidade – Rio de Janeiro : Imago

 

6. Material Utilizado no Projeto para as Vivências

Fitas de Vídeo
· Ursinho Pooh
· Pinóquio
· Toy Story
· O Mágico de Oz
· O Plano Sangrento – Turma da Mônica
· O Mônico – Turma da Mônica
· A Fábrica de Brinquedos
Cds
· Direitos da Criança e do Adolescente – Toquinho
· Casa de Brinquedos – Toquinho
· João e Maria – Chico Buarque
· Brincadeiras de Roda, Histórias e Canções de Ninar – Elba Ramalho e Antônio Carlos Nóbrega
· A Arca de Noé 1 – Vinícius de Moraes
· A Arca de Noé 2 – Vinícius de Moraes
Histórias Infantis
· O Soldadinho de Chumbo
· Pinóquio
· O Mágico de Oz
Poesias
· Convite - José Paulo Paes
· Paraíso - José Paulo Paes
· Meus Oito Anos - Casimiro de Abreu
· Ai que saudades - Ruth Rocha
· A Boneca - Olavo Bilac
Livros Infantis
· ALVES, Rubem (1998). A Boneca de Pano – São Paulo : Loyola
· ALVES, Rubem (1998). A Loja de Brinquedos – São Paulo : Loyola
· FOLHA DE SÃO PAULO (16 de abril de 2000). Brincadeiras – encarte especial da Folhinha
· FRANCO, Camila & PIRES, Marcelo (1993). Liga-Desliga São Paulo : Companhia das Letrinhas
· FRIEDMANN, Adriana (1998). A arte de brincar – São Paulo : Edições Sociais
· LIMA, Edmilson (1998). O Baú de Brinquedos – Recife : Bagaço
· LOBATO, Monteiro (1994). A Reforma da Natureza – 38a. ed. - São Paulo : Brasiliense
· PAES, José Paulo (2001). Poemas para Brincar – São Paulo : Ática
· SOUZA, Maurício (2001). Manual de Brincadeiras da Mônica – São Paulo : Globo : Maurício de Souza
· VON, Cristina (2001). A História dos Brinquedos: para as crianças conhecerem e os adultos lembrarem – São Paulo : Alegro